domingo, 2 de março de 2014

Paulo Freire

O filósofo e educador Paulo Freire em 1968 escreveu um livro que ficou conhecido mundialmente cujo título é Pedagogia do Oprimido. Nesse livro Paulo Freire propõe uma pedagogia onde haja interação entre professor, aluno e sociedade. Essa proposta é uma nova visão da Educação, onde os alunos são vistos como seres únicos, pensantes e sujeitos ativos no seu processo de ensino aprendizagem. Essa obra é uma negação à educação bancária ou a qualquer outro tipo de pensamento que conceba o aluno como um ser depositário. Paulo Freire segue uma lógica em todos os seus livros, em uma entrevista à Forma & Conteúdo Paulo confirma seu pensamento e coerência quando diz: "Eu concordo que haja um aprofundamento radical de posições a partir de Pedagogia do Oprimido, porém acho que há um certo caminho que venho trilhando desde o começo. Há uma certa coerência como, por exemplo, um certo gosto e uma certa amorosidade pela liberdade; um indiscutível respeito às diferenças; um profundo respeito à identidade cultural do educando e à cultura popular. Esses pontos me acompanham e motivam desde o começo. Um outro ponto sempre presente é o papel criador que eu defendo e exijo por parte do educando, e não apenas por parte do educador, o que vale dizer uma compreensão crítica e o entendimento de que o ato de ensinar e o ato de aprender fazem parte, como momentos dinâmicos e contraditórios do próprio processo de conhecer. Outro ponto que também me acompanha o tempo todo é a importância que eu atribuo à somatória das experiências individuais e sociais que o educando tem, e em que se constitui o seu saber de senso comum, que para mim é o ponto de partida da prática educativa numa dimensão libertadora."







Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedagogia_do_Oprimido
            acervo.paulofreire.org











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